Panda Panda
Valentina Castello Branco
e Ana Manfrinato
Era uma vez um panda chamado Panda. Panda Panda contava os dias para começar a escola, o lugar em que a gente aprende quase tudo e onde faz amigos para a vida toda! Mas no primeiro dia de aula, ninguém ouviu o panda Panda. Ninguém nem viu o panda Panda. Ele era o menor da turma, e naquele momento se sentiu… pequeno. Panda Panda não gostou de se sentir assim. A vontade de crescer foi tão grande que ele decidiu enfrentar aquele que parecia ser o seu pior inimigo: o tempo.
por que publicamos?
Neste livro cheio de ternura e graça, panda Panda nos mostra que crescer é bom — mas ser pequeno também é. Uma história sobre o tempo, a espera e o prazer da brincadeira.
o que o livro explora?
Crescimento, passagem do tempo, escola, família
uma experiência repleta de…
Acolhimento, sensibilidade, graça, brincadeira
fluência leitora
Pré-leitores
Leitores iniciantes
Leitores em processo
proporção do conteúdo
● texto
● imagem
A autora do texto
Valentina Castello Branco nunca foi a menor da turma, mas tem vontade de passear no tempo. Roteirista de cinema, teatro e televisão, escreveu séries como Irmão do Jorel e Acorda Carlo!, voltadas para as infâncias. Panda Panda, em parceria com Ana Manfrinato, é seu livro de estreia. Ela torce para que adultos e filhotes sempre caibam no colo de alguém.
perfil e outros livros
A autora das imagens
Ana Manfrinato é gente grande, mas encontrou uma passagem secreta para a infância: desenhar como profissão. Isso foi bom, porque ela já morou em um monte de lugar e o lápis cabe em qualquer bolsinha. Com sua amiga Valentina, deu vida ao panda Panda. Juntas, elas lembraram que ser criança é incrível e que, mesmo depois de crescer, a gente pode continuar brincando.
perfil e outros livros
para crianças que…
Dão corda para a imaginação, gostam de botar a mão na massa e, principalmente, não veem a hora desse tal de tempo passar logo!
para adultos que…
Buscam histórias sensíveis sobre questões que, de um jeito ou de outro, já passaram pela cabeça de todos nós. Afinal, quem nunca se perguntou: “por que eu não posso ser diferente?”